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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Pedro cadê meu chip?!

Dou um doce pra quem descobrir que chip e que Pedro é esse!

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domingo, 8 de novembro de 2009

Exposição de Rodin


Hoje meus pais e eu fomos ver a exposição de Auguste Rodin, no Palacete das Artes. Tinha muitas esculturas e todas muito bonitas. Só que estavam todas peladas! Minha mãe disse que as esculturas dele não tinham roupas pra mostrar a musculatura dos corpos, só que algumas não tinham roupa, braço, cabeça...

As que eu mais gostei foram a do Pensador e a do Beijo. Minha mãe disse que ficou sem fôlego quando viu a do Beijo, de tanto que ela gostou. Meu pai preferiu A Defesa, pela expressão do anjo. Ou seja, minha mãe é romântica, meu pai é guerreiro e Rodin é muito bom.






Depois fomos ao Museu de Arte Moderna da Bahia. Está tendo uma exposição de uma artista francesa que recebeu uma carta de um rompimento de um namoro. Ela ficou desolada e chamou 104 mulheres, duas marionetes e uma papagaia, para interpretar de acordo com a sua profissão ou o que entendeu do texto. A papagaia engoliu a carta ( deve ser a cópia) e depois ficou repetindo a última frase: Cuide de você. Uma menina da minha idade disse que não tinha motivo algum para romper, e eu também acho isso. Porque pelo o que ele escreveu, ele só estava com saudades de paquerar as outras mulheres. A adolescente só mandou um torpedo para ela dizendo: Ele se acha! Teve uma que transferiu todos os sentimentos que continham na carta para uma palavra- cruzada e a defensora dos direitos das mulheres só disse: Afe!

















Gostei desse boneco de Sante Scaldaferre



ESCANEADOS


da série um doce pra quem advinhar quem é a Maria Madalena

Só tem bandido



No começo da onda de motéis em Salvador, acho que final da década de 70 para 80, sucedeu-se um caso que ficou abafado por envolver gente da alta sociedade baiana, e também para preservar o nome do estabelecimento que bombava no momento. Foi um assalto violento e ainda mais constrangedor porque os clientes foram depenados totalmente. Ficaram literalmente nus, porque os bandidos, só de sacanagem, ainda levaram as roupas de todos.

O parceiro de Margarida, uma empresária iniciante na fabricação de fardas para empresas, deu a idéia de socorrer todo mundo com os uniformes que estavam no carro dela. E assim foi feito. Marga entregou as fardas para um funcionário fazer a distribuição.

Mais tarde, chega em casa o marido de Margarida, o também empresário K. Ghano, de ponta de pé, todo mansinho para não despertar as atenções da esposa, e vai direto para o banheiro se livrar do ridículo macacão que nada tinha a ver com as suas finas roupas de executivo. Ao jogar a farda no cesto de roupa suja quase teve uma síncope: já havia outro macacão igual descartado.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Pilha fura Fantástico

videoO programa Fantástico, da TV Globo, anuncia para domingo o mistério do vídeo que está impressionando muita gente. Mas a nossa pilheirinha mais costumeira aqui do blog, Nana, não se deixa levar por qualquer pilha não ( só do Pilha Pura!). E ela já desvendou o mistério: "Eles fazem uma montagem. No meio do vídeo pisca uma luz que parece ser da porta do elevador, mas se olhar bem, atrás do cara fica uma luz branca que deve ser a sombra do falso fantasma", concluiu a nossa investigadora mirim.

Vote na enquete do blog, ou comente. Essa história pode ser ainda mais divertida...

Entrou água

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

"Retalhos coloridos"




















Faço uma pausa na Pilha, hoje, para apresentar a vocês um exemplo de vida, uma lição de alegria, de uma mulher retada e extremamente solidária. Falo de uma tia minha, Elita Costa, que aos 83 anos de idade lançou recentemente um livro contando sua vida. “Retalhos coloridos” é também histórico, pois entre as diversas aventuras vividas por ela está a interessante passagem por Jeremoabo, no Sertão baiano, quando tinha apenas 5 anos de idade e testemunhou as perseguições ao bando de Lampião. Como pra criança tudo é novidade, ela não se intimidou de correr para a praça para ver os militares exibirem, como um troféu, a cabeça de um dos cangaceiros, apelidado de “Açúcar”.
Com uma memória de dar inveja a muitos jovens, ela conta com detalhes quando conheceu o grande amor da sua vida, meu tio Miguel (ou melhor, tio do meu pai). Ela com 17 anos e ele já viúvo, 17 anos mais velho. Eles viveram um lindo caso de amor verdadeiro, daqueles de novela, durante pouco mais de 20 anos e tiveram quatro filhos. A superação pela morte dele é outra lição retratada no livro, pois o amor e a admiração dela por ele permanecem inabaláveis. Festeira, apaixonada pelo mar e alegre como ela só, tia Elita teve outro relacionamento recente. Mas esta é outra história contada no livro.
Os netos encontram nela uma amiga e parceira, bem diferente daquela vovozinha que faz tricô para passar o tempo. Por falar em tempo, difícil é encontrá-la em casa, como conta Jaciara que penou para entrevistá-la. Entre as mil atividades, cuidar de velhinhos de um abrigo em Amaralina. Quem quiser conhecer um pouco mais, tenho o livro. Vale também ler a matéria feita por Jaciara no blog À Queima Roupa. O endereço é http://aqueimaroupa.com.br/?p=6511